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Domingo, 31 de Maio de 2009

VOLTA DE DOMINGO À VERDADEIRO NAUTIBIKER

Neste Domingo, a comparência sabia-se que ía ser reduzida, vai daí, decidiu o Jorgebiker e o Paulobiker fazerem uma volta domingueira à verdadeiro Nautibiker.

 

Começámos às 06:50  e logo de ínicio fizemos uma sessão de fotografia artistica...

 

No próximo Domingo, o Paulo faz nú artistico

 

como ainda era muito cedo, decidimos ir participar numa regata

 

Ficámos em 2º

 

Depois voltámos para casa para almoçar...

 

P.S.: Américo, volta! estou perdoado?

publicado por jorgebiker às 11:49
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VOLTA DE SÁBADO

Papa festejar o grande encontro do Bicicletão com a Mailinda, pois o nosso Irlandês preferido, ou seja, o Ruibiker, regressou na passada 6ª Feira e tal como um verdadeiro Nautibiker, compareceu de imediato... também, verdade seja dita, estava cheio de curiosidade em conhecer a Mailinda.

 

O encontro ocorreu, com enorme entusiasmo e díria mesmo, alguma comoção, no Largo do Município. Para festejar, fomos de imediato beber uma limonada, na casa das limonadas, a mais antiga de Lisboa, aberta em 1936.

 

 

 

Depois, continuámos a celebração pela ruas de Lisboa...

 

P.S.: Américo, volta!

publicado por jorgebiker às 11:42
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Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Um pouco de cultura nunca fez mal a ninguém...

A evolução de um emblema histórico
O emblema representa as características que sempre nortearam o clube pelo tempo fora: o tom, a vivacidade e a alegria da cor das suas camisolas, a águia como símbolo da sua independência, autoridade e nobreza, uma roda da bicicleta que representa o ciclismo como uma das primeiras modalidades do clube, a bola de futebol e a legenda com a apologia da unidade - E Pluribus Unum (de todos um).

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O Emblema

O Emblema do Benfica é sem dúvida alguma o seu maior símbolo. Tal como a maior parte das tradições e símbolos do Clube, o emblema foi elaborado entre 13 de Dezembro de 1903, quando surgiu a ideia de criar o Clube e a data da sua fundação, a 28 de Fevereiro de 1904.
Conhecer a história do nosso emblema é viajar aos primórdios do maior Clube português. O emblema actual resulta da sobreposição de dois emblemas e não de uma fusão com a criação de um outro símbolo. É também é visível que o emblema principal, o que está em primeiro plano é o do Sport Lisboa, ou seja, o nosso emblema mostra bem o propósito que levou à junção do Sport Lisboa com o Sport Clube de Benfica a 13 de Setembro de 1908, possibilitando às grandes equipas de futebol do Sport Lisboa condições para se tornarem ainda melhores, fazendo do SLB o melhor Clube português. O SCB cedeu o ciclo (roda de bicicleta) base onde se sobrepõe depois o símbolo do SL, alterando-se as letras para SLB.
O Sport Lisboa de maiores tradições e já um clube de paixão, conhecido por Glorioso desde 1907, com o maior número de simpatizantes em Lisboa cedeu a estrutura – os jogadores e orientadores técnicos do futebol, os símbolos, a popularidade – a classe. O Sport Benfica cedeu as infra-estruturas – um bom campo de jogo na Quinta da Feiteira, alugado para festas e provas atléticas, mas desaproveitado por não possuir uma equipa de futebol, e cedeu também a superestrutura – um bom grupo de dirigentes. A junção dos dois emblemas mostra isso mesmo, ao dar ao Sport Lisboa, fundado em 1904 as condições para seguir rumo ao sucesso.


O simbolismo
O emblema do Benfica tem uma composição fortemente simbólica, a saber:

  • Um escudo bipartido com as cores do equipamento, a metade esquerda de cor vermelha e a direita de cor branca e que significam alegria, colorido e vivacidade como base de entusiasmo na luta em desporto;
  • Ao meio do escudo, um listrão com a abreviatura (sigla) do nome do Clube, sobre uma bola de futebol, a principal razão de ser da nova agremiação desportiva;
  • Ao encimar o escudo uma águia de asas abertas, animal heráldico de grande significado autoridade, força, vitória e orgulho, símbolo de elevação de propósitos e de espirito de iniciativa;
  • Por baixo da águia, nas suas garras, entre ela e o escudo, uma faixa com a divisa E Pluribus Unum (Um por todos e todos por um). Ao que parece, a divisa teria sido escolhida ou sugestionada por Félix Bermudes, fazendo a apologia da união e do espírito de família que caracterizou a criação do Clube.
A águia é a ave-sol, a única capaz de olhar de frente o astro-rei

A águia é o principal símbolo do emblema identificando o Clube com as características dessa ave. Á águia é a rainha das aves, domina os céus, está acima de tudo e todos no planeta. Esta magnífica ave é a mais disseminada e abundante de todas as grandes aves do Mundo tendo de tamanho entre 80 cm a um metro, com mais de dois metros de envergadura (distância entre as pontas das duas asas). É um predador formidável, com enormes garras curvas e afiadas, com bico aguçado em gancho e uma visão extremamente penetrante. Tudo isto permite que tenha características que a colocam simbolicamente numa posição única no espaço e no tempo. A águia é a ave-solar, representando o astro-rei em várias mitologias, porque é portadora do fogo celeste, já que só ela olha sem temor e de frente o sol. Desde a Pré-História até à actualidade e em todo o mundo, a águia tem sempre uma simbologia positiva, tal como o oiro, por ambos representarem o Sol, na terra e no ar.
«Símbolo tão importante que não há narrativa ou imagem, histórica ou mítica, tanto na nossa civilização como em todas as outras, arcaicas ou contemporâneas, em que a águia não acompanhe ou mesmo represente, os maiores deuses e os maiores: símbolo do colectivo e da paternidade primitiva, atributo de Zeus na Grécia, de Júpiter em Roma, de Cristo, o emblema imperial de César e de Napoleão, e tanto na pradaria americana como na Sibéria, no Japão, na China ou em África, xamãs, sacerdotes e adivinhos, bem como os reis e os chefes guerreiros tomam os seus atributos para partilharem os seus poderes» (Chevalier, J. e Gheerbrant, A. in Dicionário dos Símbolos, 1982).

Um emblema inalterado desde 1930
Curiosamente, o emblema seria definitivamente estilizado em 1930, ou seja, o ano em que o Benfica venceu pela primeira vez o Campeonato de Portugal e conseguia o título de melhor Clube de futebol nacional. Foi a conquista de um trofeu que apenas veio confirmar aquilo que desde há muito o Clube já possuía – ser considerado o melhor Clube português! Um emblema que corre mundo no peito dos nossos atletas e que está por todo o planeta no coração de inúmeros benfiquistas. Após estarem definidos os principais símbolos, nome e emblema, estavam criadas as condições para a Fundação de um Clube.

 
E que Clube...que até tem uma roda de bike no emblema...
É mesmo o Glorioso...até dá gosto...
sinto-me: Benfiquista
música: Ser benfiquista...
publicado por paulobiker às 20:55
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Domingo, 24 de Maio de 2009

A Miss Mailinda foi apresentada à sociedade...

Hoje a Mailinda foi apresentada à sociedade...e de que maneira!

 

 

Depois de se arranjar toda, a pensar que ia para os tais sitíos finos da baixa...foi com surpresa que a Mailinda se viu metida nas sandes de leitão (e de panado) regadas com um belo tinto maduro.

Mas portou-se bem...como uma verdadeira Miss...e até acho que gostou!...

 

Em vez do habitual chá que tomava na Avenida de Roma, a Mailinda teve de se habituar às tascas da Rua das Portas de Santo Antão...e foi com grande à-vontade que se fez à vida nautibiker...

 

 

Fez amizade com a Tora do Jorgebiker....

 

 

que lhe ensinou alguns factos da vida real, subiu ao Principe Real e até bebeu ginginha com elas...

 

 

 

 

Quando chegou a casa vinha cansada, mas satisfeita com a manhã bem passada...

 

 

Só faltou a desejada presença dos outros elementos do grupo:

 

Do Rogériobiker ...(em parte incerta e a sofrer de insónias), do Ruibiker ...(na Irlanda a montar uma fábrica) e do Américobiker (que continua hibernado apesar da temperatura amena...).

 

Mas apesar desta lacuna, a Mailinda gostou do convívio com o Jorgebiker e com o Luísbiker que até deu uma voltinha com ela...

 

De qualquer modo ainda falta organizar um baile de debutantes, mas em bom, para data a combinar, e com todos os nautis presentes...

 

Só espero que até lá a Miss Mailinda não perca totalmente a compostura e os bons modos que tinha antes...

É que acho que já não é a mesma desde que esteve na conversa com a Tora...está menos timida e envergonhada...

 

 

publicado por paulobiker às 13:19
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Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

E eu que pensava que isto só dava aos outros...

Pois é, amigos nautibikers...deixei-me contagiar por esta mania de ter umas bikes muito lindas e todas cheias de mariquices...

Pois é!... Comprei uma nova BIKE!...

 

É a Miss Mailinda Ferreira!...

 

Tem tudo para fazer um nautibiker feliz...

Também tem um Shock Absorver atrás, como o do Rogériobiker...

Também tem umas mudanças Shimano LX, como as do Américobiker...

Também tem um quadro muito elegante, como o do Jorgebiker...

 

Só não vem com as pernas do Luisbiker e do Ruibiker, mas isso é outra história...

 

Apaixonei-me por ela à primeira vista..., e como não custava 2000€...nem 1500€...nem 1000€...e nem sequer os 600€ das mais básicas, aproveitei e trouxe-a logo comigo...

 

Pois é amigos, aqui está a Mailinda pronta a entrar no grupo!...

 

Para os entendidos é uma Scott Aspect FX 25...mas para mim é a Mailinda Ferreira...aliás a Miss Mailinda!...

 

No Domingo vou andar convosco mas só vou para sitios finos... e onde a possa mostrar!...

 

Nada de tascas de sandes de courato e vinho verde...vamos mas é à Pastelaria Suiça comer uma torrada aparada e beber um chá de camomila... que é para ela ficar à porta do metro, onde todos a possam admirar!..

 

Miss Mailinda Ferreira

 

 

É a Mailinda ou não é????....

sinto-me: Vaidoso...
música: Summer time
publicado por paulobiker às 19:55
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Segunda-feira, 4 de Maio de 2009

TROIA-SAGRES: A GRANDE AVENTURA

SUGIRO QUE ESTE POST SEJA COMPLETADO POR TODOS OS NAUTIBIKERS, PARA ISSO DEVEM EDITAR O POST E ACRESCENTAR AS DESCRIÇÕES DA VIAGEM E OS COMENTÁRIOS QUE ENTENDEREM, AS FOTOS QUE TIVEREM, ENFIM... TUDO O QUE NOS VIER À CABEÇA, PARA QUE ESTE DOCUMENTO PERDURE O MAIS ALÉM QUE PUDER (e ser lido por quem o desejar)

 

Os indomáveis Nautibikers que participaram nesta Aventura foram:

 

 

PauloBikerFerreira

AméricoBikerFerreira

LuisBikerDurão

RogérioBikerPinto

JorgeBikerAlmeida

RuiBikerCenteno

 

 

 

Não pudemos esquecer, que ficou em "Terra" o JoãoBikerTição, que não falhará a próxima Aventura.

 

Depois de todos os preparativos feitos, suportes e alforges comprados e montados ou adaptados às biclas, estava tudo pronto para o grande dia.

 

28-04-2009

Havia só que ir levantar o furgão para levar as biclas para Setubal, o Paulo e o Jorge chegam às 20:30 à Europcar, mas já tinha fechado às 20:00. Estava a começar bem. Planos de partida alterados, hora de saída adiada... sem problema!

 

29-04-2009

No grande dia da partida, o Jorge teve que mudar a câmara de ar do pneu da frente, felizmente foi o único furo de toda a longa jornada para todos os Nautibikers, que não deixaram de ir carregados com cãmaras de ar e pneus sobresselentes.

 

O ponto de encontro foi na Encarnação, o Luis Durão, o Rui Centeno e o Rogério foram os primeiros a chegar e o último, claro, só podia ser... o Américo. Mas vá lá, teve desculpa, pois devido à alteração da hora de partida, teve que vir a bombar desde Santa Iria, por isso, já trazia perto de 10 Km nas pernas.

 

O André (herdeiro do Paulo), faz a grande acção de ajuda ao próximo (não fosse ele escuteiro de gema) e leva as biclas a Setubal, para depois trazer e entregar o furgão, os restantes Nautibikers, seguem no carro do Luis até ao ferry que nos levará até Troia.

 

 Partimos no Ferry das 10:30, depois do Paulo meter combustivel. Os mantimentos que adquiriu (sandes de chouriço, donuts e bolachas) souberam às mil maravilhas para aguentar toda a pedalada da manhã. O atraso acabou por resultar em poupança, pois antes das 10.00, as biclas pagavam no Ferry, 5,00€ cada uma.

 

 

No Ferry, encontrámos dois companheiros que iam fazer o mesmo trajecto. Todos equipados com GPS's e nós com um mapa riscado a caneta a indicar o percurso, haveríamos de nos cruzar posteriormente.

 

Saídos do Ferry, a verdadeira viagem começou e as aventuras, as peripécias, as palhaçadas e até as divergências de opinião, vulgo discussões mas rapidamente sanadas, não mais pararam nos 4 dias que se seguiam.

 

Todos pela estrada fora, sempre pelo alcatrão até à Comporta. Não fora todos levarem capacete e um ser Kareca, ía tudo de cabelo ao vento, felizes e contentes.

 

 

Até que, surge o primeiro precalço... a mulatinha do Rogério não estava a tratar bem os alforges, ou melhor, a estiva da carga não estava perfeita. Nada que um verdadeiro nautibiker, dando razão ao espirito de desenrasca nautico, não arranjasse. Foi o que o Luis e o Rogério logo trataram de fazer e em poucos minutos engendraram um sistema que possibilitou a estiva quase perfeita da carga.

 

Chegados á Comporta verificámos que traziamos um GNR connosco que logo tratou de montar uma operação Stop e desatou a pedir documentos a tudo o que mexia...embora com um sorriso sabido e matreiro por baixo do seu tradicional bigode farfalhudo...

 

 

Como estava tudo bem com os documentos, e tinha mesmo de multar alguém (sabem como são os GNRs) acabou por multar o Jorgebiker só porque tinha a bike mal estacionada.

 

 

Depois de se ter feito o tradicional choradinho foi possível demover o AméricoGNRbiker e o Jorgebiker pagou apenas uma pequena gratificação...Veja-se a cara feliz do agente da autoridade...

 

 

Para esquecer este primeiro problema com a autoridade, logo tratámos tirar umas fotos do grupo antes de tomar um cafézinho ,e saber onde se apanhavam os arrozais, coisa que fizemos de imediato.  

 

 

 

Foram cerca de 9 km através das plantações de arroz.

A passagem pelos arrozais logo revelou as diversas formas de apreciar a paisagem.

O Paulo apaixonou-se pelas cegonhas, enquanto os outros apreciavam o belo trilho de terra batida.

Pena foi, os campos não estarem completamente alagados de água, para o espectaculo ser ainda mais bonito.

 

 

Creio que à saída dos arrozais e perante alguma (muita) indefinição da escolha da direcção a tomar, eis que o Ruibiker toma uma iniciativa que iría sr muito importante até ao fim da nossa viagem, disse alto e bom som "É pessoal, deixem-me ser Líder!", perante tal solicitação, claro que todos concordámos de imediato.

 

Saídos dos arrozais, o próximo objectivo sería Melides, onde esperávamos vir a retemperar o esforço dispendido. Até lá, passámos por Pinheiro da Cruz, onde verificámos que as vinhas donde nascem as uvas que fazem o bom vinho da região, continuam intactas.

 

Chegados a Melides, toca de tirar as fotos da praxe, para mais tarde recordar. ..

Só então demos conta que o GNR tinha vindo connosco, o que de certeza que mais á frente íria dar muito jeito.

 

 

 

No restaurante queríamos almoçar na esplanada mas no alentejo tal não é possível por causa da ASAE...e apesar de termos ameaçado com todo o tipo de desgraças para o estabelecimento, incluíndo a perda total de clientes, não foi possível assustar o funcionário hoteleiro... e o almoço teve de ser mesmo no interior.

Mas como o nosso mal era fome, até termos esgotado todos os stocks lá fomos comendo e rindo,... rindo e comendo...

  

Já refeitos da 1ª etapa, procedemos à saída para Porto Covo, onde nos voltamos a cruzar com os dois companheiros ciclistas que viajaram com os Nautis no ferry! Foi um espanto ver que chegaram depois dos Nautis... disseram que se perderam!!! Nem os dois GPS que traziam os safaram!

 

 

Obrigado Jorgebiker pelo mapa riscado que trouxeste.

 

 

 

 

 

E finalmente Porto Covo...o primeiro objectivo! Já não faltava tudo...

Em Porto Covo tínhamos a dormida marcada pelo líder Ruibiker num Hotel simpático - Western Hotel de Porto Covo.

Depois de deixar as binas no Hotel, havia que ir tratar do combustível.

Como já tínhamos feito amizade com um cliente do Western, logo este nossos amigo se prontificou a indicar-nos "um restaurante simpático onde tinha sido bem servido".

E assim foi lá abancámos e estávamos todos de bom humor, menos um...

Quem era o amuado? O Karecabiker estava, de facto, de trombas...

Sentadinho a um canto, amuado, resmungava com tudo...fruto de diversas contrariedades da jornada...

E quais seriam???...

 

Parece que, em parte incerta, tinha havido um outro biker , armado em agente, que o tinha "amiscalhado" a valer!...

 

A afronta foi que, injustamente, o tinham apelidado de "Careca"...assim mesmo "Careca"... com todas as letras, em vez de cabelos...

E em público...e quando ainda ninguém tinha reparado por causa do capacete...e o tinham tomado por um Beatle cabeludo....

Não se faz!...

 

Ora acontece que o nosso Karecabiker tem K...ou seja, não é careca na verdadeira acepção do termo. É Kareca por opção linguistica!...

É Kareca quando quer e como quer, e ninguém tem nada a ver com isso...

 

Foi em vão que lhe tentámos transmitir que era dos carecas que elas gostavam mais. ..e que tinha a vantagem de nunca ter cabelo oleoso...que poupava em shampoo...mas nada...continuava amuado e "amiscalhado" com o companheiro de tanta pedalada...

O Américobiker que estava inconsolável e já quase sem apetite...mas esforçou-se tanto que até repetiu várias vezes...

 

Só depois do bom vinho e com a barriga consolada (mas atenção que não vos estou a chamar gordos...) é que os velhos amigos fizeram as pazes, e se desfizeram finalmente em lágrimas, agarrados um ao outro, a consolarem-se mutuamente.

E regressados ao hotel, depois de uma partida de snooker,onde se verificou a superioridade do pessoal que tinha passado 3 anos nos alojamentos da Náutica, fomos todos dormir o sono dos justos...

 

De manhã lá estava o Jorgebiker à espera do resto pessoal para o pequeno almoço...

 

 

 

 

 

Fomos bem acolhidos pelo pessoal do hotel que até nos arranjaram um bom local para as nossas maganas... bom não sei se depois do pequeno almoço o pessoal do hotel se manteve a mesma disposição para com os Nautis... imagine-se 6 maduros esfomeados! Comeram tudo que havia para comer...ou quase...! A empregada refugiou-se na copa...

 

 

 

Partida de manhã cedo(!!) dia 30.Abril.2009, em direcção ao sul com a primeira paragem a escassos kilómetros para apreciar a linda ilha do Pessegueiro.

 

Perante a bela paisagem de Porto Covo considerámos que o Alentejano devería ser o Líder de Serviço neste dia... e que dia de liderança árdua ele iría ter!

 

A seguir á maravilhosa vista da Ilha do Pessegueiro, fomos sempre junto ao mar, até que...

 

 

O nosso "batedor" de serviço foi à frente ver se o caminho era ou não ciclável, para informar o nosso Líder.

 

 

 

 Continuamos o nosso caminho por um trilho sempre a bordejar o mar e rodeados de uma paisagem deslumbrante até que terminou o trilho ciclável e por ordem do experiente escuteiro do grupo decidimos seguir em frente depois de atravessar um riacho...

 

 

mas a areia não deixava as maganas rolar ... continuamos a pé e rodeados de natureza e bom ar marítimo - um ambiente o deslumbrante mas o Rogeriobiker é que não estava pelos ajustes e largou a frase do dia que convém registar " Isto é tudo muito bonito mas não tem piada nenhuma"

 

 

Optámos por sair do areal e ir um pouco mais para o interior... ajudados por um casal estrangeiro que andáva por ali a passear e paramos num bar que não me recordo do nome onde bebemos uns sumos de goiaba e vimos umas Catatuas...

Adivinhem quem se interessou mais pelas aves?...

 

 

 

 

O Américo que percebe a linguagem das catatuas, traduziu para nós o que ouviu:

"Este e os amigos dele de calções de licra e cabeças de melão, devem pensar que estou com paciência para eles... façam-se mas é à vida!"

 

Neste bar, em Azenha (de qualquer coisa, quem se lembrar que emende... isto do Alzheimer é lixado) indicaram-nos um caminho ciclável, com acesso após o parque de campismo do Sitava... o acesso a este trilho iría dar mais uma polémica vigorosa entre os nautibikers.

 

 

 

A cada trilho que aparecia, depois do Sitava, o Luisbiker quería logo aproveitar, mas o nosso Líder privativo impunha-se e como sabia que o caminho era mais á frente, e sabia também que não achava piada nenhuma a andar a passear as biclas na areia, deu ordens expressas para não se enveredar por um trilho em que até o AméricoBiker já lá tinha passado de mota, no Portugal de lés a lés...

 

 

 

Encontrada a estrada de terra batida que o Alentejano sabia que ía dar á casa do seu amigo de velhas lutas, junto a Vila Nova de Milfontes, demos gás às biclas e foi bombar até mais não... de tal modo, que mais á frente, o Líder decide que não havia condições e decide apresentar a sua demissão.

Só que, qual jogada de alta política, tipica de um Socrates no seu melhor, nenhum nautibiker aceitou a demissão e assim... a Liderança saiu reforçada.

 

Ultrapassada esta crise de liderança, continuámos por Vila Nova de Milfontes fora (não sem antes termos ido tentar cobrar uma divída a um caloteiro da terra) e entrámos no alcatrão. Passámos pela bela ponte sobre a Foz do Rio Mira e seguimos para Almograve, onde se dizia almoçar bem...

 

 

No caminho para Almograve, a estrada é deveras perigosa, muito estreita e os camiões assobiavam aos nossos ouvidos, cada vez que passavam. assim que pudémos, virámos para o lado do mar, ao encontro de estradas menos movimentadas e mais bonitas.

 

 

Quando saímos da estrada principal aproveitamos logo para descansar...

 

 

Como previsto parámos em Almograve para retemperar forças com uns bifes, uns chocos e um peixito...

Durante o Almoço, começou a chover. Esperávamos que passasse depressa, só que cada vez chovia mais e não havia jeito de parar. Decidimos vestir o que havia de impermeáveis e fizemo-nos à estrada.

 

 

O dono do restaurante indicou-nos o caminho até ao Cabo Sardão, passando por Cavaleiro. Não era nada que não estivesse no mapa riscado a caneta, mas por estas alturas havia muita desconfiança nos riscos de caneta, obtidos por intensissima observação do Google Maps.

 

 

Chegados ao Cabo Sardão, tinha que se tirar a foto da praxe. Não havendo nada que segurasse as máquinas para tirar a fotografia, lá pedimos a um carro que passáva com um casal de namorados par nos tirar a foto da praxe.

 

 

Assim que virámos à esquerda, no Cabo Sardão, para Sul, nossa alma ficou estupefacta com o que os nossos olhos viam... Tinha parado de chover, o trilho passava por cima das falésias, junto ao mar... a paisagem era simplesmente deslumbrante, um verdadeiro local de meditação e paz espiritual. Foi neste paraíso à beira-mar, que tirámos a foto dos 6 indomáveis nautibikers, com que se abre o relato desta viagem.

 

 

  

 

 No final deste trilho sempre junto ao mar, todos víamos que não havia passagem, num local, perto do Touril, mas aí, o nosso escuteiro privativo, o LuisBiker impôs-se e afirmou com convicção: "Eu corto-os bem rentes se não descobrir uma passagem".

Escusado será dizer, que não fosse termos levado aquela expressão para a brincadeira, ou o Luis tinha que passar a nado para o lado de lá ou estaria hoje a cantar com uma voz fininha...

 

Virámos para dentro e apanhámos o alcatrão, precisamente na Herdade do Touril. Um pouco mais à frente, parámos num restaurante para comprar água e quando estávamos a descansar um pouco, eis que surgem os dois CicloGPS´s. Incrivel, nós com o mapa desenhado a caneta, estávamos sempre à frente dos ciclistas guiados por GPS.

 

Mais à frente encontrámos Zambujeira do Mar, passámos por lá separados, 3 à frente e 3 atrás, ninguém parou, pois a vontade de chegar aos Bungalows para descansar, já era muita, mas muito ainda sería o sofrimento que iamos passar, pois subidas e descidas com fartura, ainda nos esperavam.

 

 Quando saímos da Zambujeira no grupo da frente ia o pelotão de vaidosos do costume - o Américobiker, o Ruibiker e o Luisbiker - e mais atrás seguiam os 3 ecobikers que tinham ficado a ver a natureza - Jorgebiker, Rogériobiker e Paulobiker.

Começando a subir logo se verificou que os da frente iam arriar, mas para não dar parte fraca encostaram na berma, com a velhinha desculpa de que estavam à espera dos atrasados...

O Paulobiker, de tão embalado que ia na subida para os apanhar, nem reparou que já tinha perdido os dois companheiros de infortúnio quando finalmente alcançou os fugitivos!...

 

E os outros dois?...perguntaram estes bikers, já preocupados...

Logo todos esticaram o pescoço para fora da estrada, para ver se os viam, mas nada!...

Do Jorgebiker e do Rogériobiker nem sinal...

Tiveram um furo?...Foram atropelados por um camião TIR.?..Desistiram e voltaram para trás?...

Ainda todas as hipóteses estavam em estudo quando o Luísbiker com  a sua visão de escuteiro, e ainda mal refeito do perigo eminente que tinha corrido mas muito agradecido aos companheiros que lhe tinham perdoado os tintins, voltou a falar cedo demais:

 

São eles! São eles!...disse o Luísbiker em alvoroço!...

 

São eles são..., asseverava o Américobiker franzindo os olhos e o bigode!...

Mas parecem três, são três manchas!..., diziam os pitosgas do Ruibiker e do Paulobiker!...

Se calhar vêem com a alemã,... opinava o Luísbiker todo contente...

 

À medida que as manchas iam ficando mais nitídas, mais todos duvidávamos da nossa vista...seria uma miragem provocada pelo Sol e pela sede???

E a careca do Carecabiker???...

E a barriga do Politicobiker???...

 

Mas aqueles parecem chineses,...parecem parecem,...têm os olhos em bico e trocam os érres por éles...diziam os nautibikers todos excitados e em coro...

 

E eis que, (ó vergonha das vergonhas...) 3 asiáticos tinham ultrapassado os nossos companheiros e vinham a pedalar na subida em grande velocidade - o primeiro era vietnamita e vinha-se a rir, o seguinte era tailandês e vinha de trombas e o último era mongol e pedalava com os calcanhares...

 

Onde estarão os nossos nautibikers?...

 

Mistério!...Alguma coisa lhes aconteceu...não é possível que com as KTMs novas, e todas cheinhas de acessórios, se deixassem passar pelas pasteleiras sem mudanças, dos nossos amigos chinocas das sandálias...

Não pode ser...tem de haver uma explicação...afirmavam todos....já um pouco desanimados, pela perspectiva de terem de voltar a descer tudo.

 

Mas eis que ao longe, lá vinham eles, pacientes, em pedalada ritmada como nas galeras romanas, mas com a pulsação serena indicando grande forma fisíca e garra de trepadores...

 

E quando finalmente chegaram os nossos companheiros, e os rodeámos a pedir novidades, foi com grande alívio que soubemos que "afinal tinham só parado para fazerem chichi", cada um por si... e ainda para ver umas flores e uns bichinhos de conta,...

E ficou bem claro que, caso quisessem, tinham envergonhado toda a raça asiatica só com o avanço que já traziam...

 

Sim porque o Nautibiker é um biker que vai o mais longe que pode...e mais depressa!...

 

 

Depois desta excelente descrição feita pelo inigualável PauloBiker, que nem precisa de fotografias para exemplificar as caras de parvos com que todos ficámos quando vimos o Mongol a passar por nós e a pedalar com os calcanhares, diga-se que a "vingança" serviu-se fria...

 

Ou seja, depois do Jorge e Rogério fazerem o seu Chichi a verem passar os 3 chinocas (esta do chichi veio mesmo a calhar, pois não fosse essa paragem, o Mongol passaría também por nós, tal não era a pedalada intensa com que seguia), ficámos a saber que iría dar rizada geral quando passassem pelos Nautibikers que estavam à nossa espera mais à frente.

 

Depois de todos juntos novamente, partimos pela encosta acima à procura dos Orientais que seguiam nas suas pasteleiras. Claro que os encontrámos nas curvas a seguir, com as biclas pela mão e todos com os calcanhares, agora, no chão e cada um de nós correspondeu às caras risonhas dos nossos amigos.

 

Eu perguntei-lhes "Então, palalam polquê?" e ouvi um sonoro "Obligado"... No cimo da subida, parámos todos para reagrupar e nem sinais dos nossos companheiros de estrada. Continuámos, pois o desejo de chegar aos Bungalows era cada vez maior, mas também cada vez maiores eram as descidas e principalmente as subidas até lá chegar.

 

Cada subida que venciamos, pensáva que era a última, mas havia sempre mais uma, até que finalmente... nos conseguimos deitar na relva junto à recepção do Parque de Campismo de São Miguel, onde iriamos passar momentos deveras intensos, como adiante se verá...

 

 

Pois, as casinhas de madeira até são muito engraçadas. Duas casinhas para cada 3 Nautibikers e até estava tudo a correr bem, não fora estarmos todos esfomeados e o restaurante do parque não ter correspondido como esperávamos...

 

Mas a descrição do que por lá se passou, vou deixar para outro nautibiker preencher o parágrafo seguinte...

 

 

01/05/2009 - 6ª Feira

Acordados pela Alvorada do Luis, todos nos aprontámos, desejosos de deixar o parque e ir depressa tomar o pequeno almoço.

 

 

Cá estavam os 6 Mágnificos preparados para a aventura do 3º dia, e que dia...

 

Logo ao raiar do dia, veja-se a inclinação da sombra, na foto tirada ao sair do parque, a vontade de todos os nautibikers era unânime, comer, comer, comer... Tomar o pequeno almoço era o objectivo.

 

Descemos sté Odeceixe, para ir ao pão quente, por ser feriado (1º de Maio), estava fechado, no café ao lado, estava um parceiro na esplanada, mas por estar a falar ao telemovel (não vimos o auricular, nem o bluetooht, nem sequer o telemovel), mas que faláva bem alto, com uma mini (sagres) á frente lá isso faláva, decidimos ir a outro lado.

 

Logo começaram as divergências de opinião entre os nautibikers, mas de imediato veio ao de cimo a velha rectórica. Líder morto, Líder posto e vai que começa a dar um olfacto, bem apurado ao novo Líder, o Paulobiker e todos o seguimos... fomos dar de encontro a uma bela pastelaria, com soberbas sandes e croissants, onde degustámos o nosso pequeno almoço.

 

Lá estava connosco um casal de estrangeiros, que já tinhamos cruzado no dia anterior, quase não falavam, mas não importava, nós falávamos por eles.

 

Terminado o pequeno almoço e para fazer justiça ao espirito nautibiker, um queria ir subir pela estrada, outro queria ir pela praia, outro ainda queria dar a volta pela costa, como ninguém se entendia e o mapa riscado a caneta estava temporáriamente suspenso... decidimos ouvir a voz sábia de um velhote local, e fomos por onde nos indicou.

 

 

E ainda bem, vimos a foz da Ribeira de Seixe, subimos até à falésia e deparámos com uma das mais belas paisagens de todo o passeio. Só que depois, bem, depois lá demos ouvidos ao nosso escoteiro preferido e fomos por trilhos de areia, junto ao mar.

 

 

Foi por esta altura, que se ouviu do Rogériobiker a frase que ficará como um dos simbolos da nossa viagem:

 

"ISTO É MUITO BONITO, MUITO BONITO, MAS NÃO TEM PIADA NENHUMA"

 

 

Pudera, as pernas não ajudavam e as rodas não rodavam... até que lá decidimos rumar a Este, ao encontro de estrada ciclável, não sem depararmos com o simbolo do 1º de Maio, ou seja do dia do trabalhador, bem espresso nesta foto...

 

Paulinho, mete cá a foto do trabalhador com a enchada.

 

Encontrada a estrada ciclável, comprámos uma caixa de morangos a uns apanhadores desse fruto, para irmos comendo pelo caminho e lá seguimos atrás do LuisBiker por caminhos secundários e bem bonitos, até que chegámos ao celebérrimo ROGIL.

 

Rogil é o santuário de todos os bikers que fazem o Troia-Sagres, o célebre pão com chouriço na padaria local, acompanhado por umas belas Minis Sagres, é imperdivel.

 

Para 6 nautibikers, só havia 5 pães com chouriço, o Rogériobiker disse que só comia metade e, claro, o Ruibiker disse que só comia a outra metade, não fosse ele o dietético mais rigoroso do grupo e mini também não quería, mas por fim para não destoar, lá bebeu uma.

 

Quando o escriva destas linhas se sentou e se agarrou às duas metades da sua sandocha, viu que numa das metades, do chouriço, nem a cor e que todos os bocadinhos tinham fugido para a outra metade... bem, vou comer primeiro o pão e guardar a metade que tem chouriço, para o fim... e lá estava eu satisfeito da vida, a mastigar pão, mas com os olhinhos na outra metade com chouriço, quando ouço "o meu pão não tem chouriço, vou trocar por esta que tem" e vejo umas mãos a agarrarem aquela metade, tão bonita e enchoriçada.

 

Como que a acordar dum pesadelo em que estava a ver o objecto de tanta peregrinação biker a fugir à frente dos meus olhos, disse alto e em bom som "tira daí as mãos que essa metade é minha", "mas a minha sandes não tem chouriço", ouvi eu, "quero lá saber se tem, ou não tem, esta metade é minha" retorqui... E pronto, deparámos com o triste espectáculo de ver dois Nautibikers a discutir por causa de uma metade de uma sandes de chouriço.

 

Só quando se abriu melhor a sandes que parecia não ter chouriço e afinal estava carregadinha dele, como as outras, só que mal distribuido, o regateio pela tal metade acabou e beberam-se mais umas Minis (Sagres e só Sagres), antes de nos fazermos à estrada.

sinto-me: Acalcado pelo cabo Sardão
música: I Wanna be forever young
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publicado por jorgebiker às 21:22
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Domingo, 3 de Maio de 2009

Vamos agradecer a Nossa Srª de Fátima pela viagem a Sagres

A viagem de Setúbal a Sagres vai ficar na minha memória para sempre. Correu muito bem e por isso temos que agradecer a Nossa Senhora de Fátima. É pecado do grosso não o fazer!!!

 

 Total do Percurso = 149 Km

(num fim de semana os Nautis não conseguem ir e voltar… vamos de bicla e vimos de kimboio)
 
 
Resumo
 
1.º Troço – Lisboa - Vila Franca de Xira
Saída de EXPO (na pala) às 06:15 h
Segue-se pelo Trancão
Passamos pela terra do Americobiker       
De Alhandra a Vila Franca vamos pelo passeio junto ao Tejo (já lá passámos antes)
 
2.º Troço – Vila Franca de Xira – Azambuja
Passamos pelo jardim Constantino
Central termoeléctrica;
Vila Nova da Rainha
Azambuja pela EN3
 
3.º Troço – Azambuja – Santarém
Atravessa-se a via-férrea
E lá vamos nós pela Lezíria a todo o gás
Passa-se por Reguengo
Depois Valada (existe uma praia fluvial)
Porto de Muge
Ómnias
E finalmente Santarém
 
4.º Troço – Santarém – Monsanto
Em Santarém vai-se até ao Largo do Liceu
Segue-se pela estrada militar junto à Escola Prática de Cavalaria
Passagem por Santos
Subida aos três moinhos
Olhos d’água (aqui temos a praia fluvial do rio Alviela)
E finalmente temos Monsanto à vista…
 
5.º Troço - Monsanto Fátima
O mais complicado talvez pelo facto de enfrentarmos a serra d’aire
Covão está no sopé do maciço da serra
Sobe-se e sobe-se e sobe-se até Santo António, ufff………
Descida até Minde, ahhhhh, a descer até nem nos custa muito
Continua-se até Gisteira e finalmente
 Fátima
 
Resumo extraído do site
www.geocities.com/caminhos_2000/fatima.htm
 
 
sinto-me: tranquilito
música: Amanhã do Duo Ouro Negro
publicado por ruibiker às 16:22

editado por jorgebiker em 10/01/2010 às 10:10
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FOMOS O MAIS LONGE QUE PUDÉMOS

TROIA-SAGRES

PARA LÁ DE SAGRES... SÓ A NADO.

publicado por jorgebiker às 12:31
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Estão o mais Além que podem

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